Conciliar filhos, casa, trabalho e manter a auto-estima é preocupação comum entre mulheres. E a qualidade de vida torna-se seriamente comprometida, se houver dificuldades em administrar a rotina familiar, o dinheiro e o tempo. Considerando esses pontos e explorando questões fundamentais no universo feminino, a jornalista Rosângela Gessoni Sapata Aguilar escreveu o livro Mulher- Guia Prático de Sobrevivência (mulherevida.wordpress.com), lançado este mês pela editora Baraúna. Ganhar tempo para cuidados pessoais, dar limites, amor e segurança aos filhos e manter a organizaçao na vida familiar, profissional e doméstica são assuntos predominantes no livro. Os temas vão desde estabelecimento de prioridades até dicas práticas para organizar bolsas, armários e agendas. Sugestões para não errar na hora de escolher a escola das crianças e inserí-las em uma rotina saudável ganham capítulos à parte. Também são abordadas maneiras para manter ou aumentar a auto-estima e combater o estresse. Segundo a autora, mulheres de todas as classes sociais apresentam semelhanças no cotidiano. “Independente do nível financeiro ou cultural, é preciso ter amor próprio, ser flexível, ter organização e senso de prioridade para não permitir que o cansaço domine a vida nem deixar os filhos à revelia. Isso tudo foi minha preocupação ao definir o foco do livro”, afirma. Um dos 12 capítulos traz relatos de mulheres que, em algum momento de suas vidas após terem filhos, tiveram que optar por mudanças envolvendo o lado pessoal e o profissional. Elas contam em detalhes o que fizeram para alavancar o amor próprio, aproveitar melhor o tempo, se dedicar mais aos filhos, superar contratempos financeiros e manter o bem estar familiar sem abandonar seus anseios pessoais. E para não deixar de fora outro tema comum quando se fala em casa e família, o livro traz ainda dicas para a boa convivência entre crianças e animais e aborda questões relevantes a serem consideradas antes e após a chegada de um animal de estimação dentro do lar.
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Senado aprova licença-maternidade de seis meses para todas as mães

O período de licença assegurado por lei às mães ganhou a primeira batalha para ser estendido para 180 dias. Na última quarta-feira, o Senado aprovou em primeiro turno a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que torna obrigatória o recesso materno de seis meses. A próxima votação ocorrerá em agosto. Atualmente, as mamães estão asseguradas por lei a passar 4 meses longe do trabalho para se dedicarem exclusivamente à maternidade. Em 2008, a lei que criou o Programa Empresa Cidadã já previa o benefício de 180 dias, mas somente para as funcionárias das participantes da iniciativa. Em contrapartida à cessão, recebem incentivos fiscais. Com os descontos, os empregadores deduziriam até R$ 414 milhões em 2010 no pagamento da Imposto de Renda, segunda a Receita Federal. A proposta de ampliação do direito para todas as mulheres é da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN). "Agora, resta o desafio de estender o benefício para todas as mães", disse a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE). Foi ela a relatora a presidir a Comissão de Constituição que concedeu o parecer favorável. Para ela, as benesses da medida não se restringirão somente a mãe e ao bebê, mas afetarão também a saúde pública, pois o prolongamento da licença "terá impacto extremamente positivo, inclusive financeiro, face aos recursos economizados com a redução de casos de doenças comuns e de internações evitáveis no primeiro ano de vida".
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